Willian Bigode manda áudio a Gustavo Scarpa e promete resolver caso de criptomoedas
Meio-campista do Atlético-MG, Gustavo Scarpa compartilhou uma novidade no processo das criptomoedas, envolvendo o também jogador Willian Bigode. Nas redes sociais, o atleta do Galo brincou com expressão e comemorou avanço na Justiça.
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– Esqueci de compartilhar uma notícia top, depois de três anos e meio, finalmente todos os réus devidamente citados no processo. Acho que agora vai, hein. Agora é orar – disse no Instagram.
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Gustavo Scarpa – PUERTO CABELLO X ATLÉTICO – COPA SULAMERICANA
Pedro Souza / Atlético
Recentemente, a Justiça havia negado um recurso apresentado pela defesa de Bigode. Isso porque, segundo o acordo, os advogados pediram o recurso em nome de outras pessoas relacionadas no processo, o que não é permitido pela Lei.
A empresa WLJC, envolvida no caso, reclamava que outros dois réus foram citados por edital – e não pessoalmente, com envio de ofício.
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O processo seguiu normalmente. Os outros réus foram então citados por edital. Isto é, por meio de uma publicação pública.
“Agora é orar”
A expressão “agora é orar” viralizou na época que o caso explodiu. Em troca de mensagens reveladas pelo Fantástico, Willian justificou os problemas enfrentados pela dupla para recuperar o dinheiro investido em uma empresa de criptomoedas.
– Scarpinha, agora não tem nem mais questão de confiança, irmão. A questão que agora é orar. Fazer o que eu sei. Agora é esperar no Senhor – disse Willian em um dos áudios.
Nesta sexta-feira, Scarpa ironizou mais uma vez a frase da época.
Willian Bigode e Gustavo Scarpa; Atlético-MG x América_MG
Pedro Souza / Atlético-MG
Relembre o caso
No início de 2023, o Fantástico revelou que Gustavo Scarpa e Mayke investiram cerca de R$ 10,4 milhões em criptomoedas em uma empresa indicada por Willian Bigode. O trio fez amizade quando defendeu o Palmeiras.
Os valores deveriam ter sido resgatados em 2022. Isso não ocorreu. Scarpa e Mayke acionaram a Justiça para tentar recuperar a quantia. Desde então, o processo está em andamento.
Em boletim de ocorrência, Gustavo Scarpa diz que investiu R$ 6,3 milhões, enquanto Mayke fez o aporte de mais de R$ 4 milhões na empresa Xland Holding Ltda. A promessa era de retorno de 3,5% a 5% ao mês. De acordo com o juiz, há indícios claros de pirâmide financeira.
À polícia, ambos contaram terem feito o negócio por indicação de Willian Bigode, que é dono da empresa WLJC Gestão Financeira.
Em 2024, Scarpa obteve o bloqueio dos salários de Willian Bigode, na época no Santos. No início do ano passado, a Justiça deu ganho de causa parcial a Mayke para recuperar o valor aportado.
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